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Só as mulheres fingem o orgasmo?

Eu sou homem e sempre achei que alguns pensamentos populares são falsos e bem irônicos. Falsos porque não foram observados mais de perto e irônicos porque são sempre feitos por um tipo de gente que pretende difamar outro tipo. O pensamento de que só as mulheres fingem o orgasmo, por exemplo. Onde já se viu? Isso foi criado pelos homens.

É claro que elas costumam ser ótimas atrizes e também é claro que a Natureza parece lhes ter dado a vantagem de possuírem um órgão interno, que não permite a nós, seres do sexo masculino, vermos o que é que se passa lá dentro (é certo que nem mesmo elas vêem, mas sentem).

Porém, quem é que, durante o ato em si, na hora H, no momento do vamos ver, fica em delírios vãos, imaginando mulheres peladas das revistas, aquela boa atriz da televisão, a sua vizinha loirinha, a nova secretária da firma, a irmã da mulher… quem?

Isso me fez lembrar Chico Buarque: “Com tantos filmes/Na minha mente/É natural que toda atriz/Presentemente represente/Muito pra mim

Sei muito bem que citar o moço moreno de olhos azuis claríssimos, tão adorado por elas, não vai limpar a nossa barra, mas…

…Enfim, muitas vezes, os homens não estão transando com as mulheres com que estão se relacionando, e sim com as que estão em seus pensamentos. Fantasmas da mente. Sim, eles também fingem o orgasmo, e de maneira ainda mais descarada. Pra piorar, inventam que só as mulheres fingem o orgasmo.

Perdoe-me, companheiros. Nosso segredo agora está revelado. Fui.


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Posted by: nandosouza | Category: Amor e Sexo, Psicologia, Relações Humanas | Comentários (0)

O Grande Amor da Sua Vida

Para encontrar o grande amor da sua vida você precisa, em primeiro lugar, aprender a ficar de bem consigo mesma.

Pode parecer clichê, mas não foi isso que nos ensinaram. Os casamentos, as tradições, os valores familiares nos disseram e continuam a nos dizer que os outros são responsáveis por nossa felicidade e amor. Mas isso é mentira. Podemos sentir o amor amando coisas tão subjetivas quanto é o próprio amor e podemos ser felizes num simples momento em que estamos sozinhos em casa numa tarde chuvosa.

Da mesma forma, se uma pessoa diz algo de ruim ou humilhante para mim, posso me importar ou não. É tão engraçado quando, por exemplo, uma pessoa que não ligo me xinga ou fala mal de mim. Eu não sinto nada em relação a isso porque não ligo pra essa pessoa. Porém, se for uma pessoa que considero importante, ficarei magoado. Mas, mesmo assim, fiquei magoado por minha responsabilidade de ter posto essa pessoa como mais importante que meus sentimentos. O que quero dizer, enfim, é que o fato de que em alguns momentos nos afligirmos com as outras pessoas e em outros não, prova que somos nós mesmos quem estamos com a faca e o queijo na mão. E não os outros.

Ora, essas conclusões nos fazem acreditar que estamos no topo de nossa vida, que somos responsáveis por nós mesmos e por tudo o que nos acontece ou nos atinge, positiva ou negativamente. Se formos ainda mais fundo na idéia, perceberemos que, por sermos donos de nossos pensamentos, também somos donos de nossas emoções e sentimentos, e assim podemos nos ajustar (como se fôssemos uma máquina inteligente e que pulsa vida) a fim de ficarmos melhor segundo nos convém. E isso tem tudo a ver com amor e quaisquer tipos de relacionamentos…

É claro que toda mulher deseja realizar-se nos assuntos do coração. Boa parcela do universo feminino coloca tal busca em primeiro plano, como se isso fosse realmente a coisa mais importante da vida. Sim, é claro que todo mundo quer ter alguém especial juntinho de si, com quem seja possível passar bons momentos e compartilhar as experiências vividas. Mas o que muitas não sabem – e nem imaginam – é que, para ser realmente feliz no amor, é preciso, em primeiro lugar, estar bem consigo mesma.

Pois quem é a pessoa que gostaria de amar alguém que não se ama e está incompleta? Não existe a velha e romântica história de que um completa o outro. Não! Isso talvez reflita nossos momentos infantis, quando precisamos do cuidado de nossos pais, de algo que não temos mas eles têm para nos dar ou ensinar. Creio com toda convicção que, embora a grande maioria dos relacionamentos sejam vividos assim, isso não tem nada a ver com amor. O amor ocorre livremente quando ambos os amantes estão completos em si mesmos e, juntos, demonstram essa completude — quando eu estou satisfeito comigo mesmo, não preciso mendigar amor e não crio confusões, brigas; não sofro de ciúme; quando estou sozinho, não sinto-me solitário.

Jamais se submeta à aprovação, à estima, ao apoio de outra pessoa. Procure, acima de tudo, bastar-se. E digo mais: aquilo que você procura no outro, aquela figura maravilhosa que existe na sua imaginação, você não vai encontrar – não antes de você se tornar essa pessoa para si mesma. Quando começar a cultivar as suas próprias virtudes (aquilo que gostaria que fizessem com você), aí sim você conseguirá se sentir satisfeita no plano afetivo.


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Posted by: nandosouza | Category: Amor e Sexo, Geral, Pensamentos, Psicologia, Relações Humanas, Sociedade | Comentários (0)
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